Lulista

Cquote1.svg VAGABUNDO! RESPEITA DOENTE! Cquote2.svg
Gilberto Kassab sobre os Lulistas
Cquote1.svg Mas nós somos doentes... Cquote2.svg
Lulista sobre o comentário de Kassab
Cquote1.svg Explica-se! Um bando de zumbi doente mental que fica enchendo o saco do pessoal aqui. Vão se lascar. Procurem o CAPS ao invés de ficarem enchendo o saco no Pronto Socorro. Cquote2.svg
Gilberto Kassab respondendo o comentário acima
Cquote1.svg Um bando de retardados que vivem de pagar pau pra político. Cquote2.svg
Capitão Óbvio sobre os lulistss
Cquote1.svg Matei uma caralhada de zumbis em The Walking Dead, mas com esses zumbis da política, sem condições. Cquote2.svg
Rick Grimes sobre os Lulistas
Cquote1.svg Vem cá chupar o meu cacete! Cquote2.svg
Lula sobre como faz para adestrar seus seguidores de estimação
Cquote1.svg Vô sim, meu chefe magnânimo... Cquote2.svg
Zumbi Lulista sobre como faz de tudo para agradar seu "chefe"

Lulista é a denominação genérica aos seguidores da religião pós-moderna do Lulismo, que gira em torno do culto à personalidade de Cthulhu, digo, de Lula, tendo nele o seu único amo e verdadeiro salvador.

São conhecidos por pregarem intermitentemente a sua fé nas redes sociais e na internet em geral, sendo que ao lado de Bolsonaristas, seus arquirivais no campo político, são responsáveis por tornar o clima em tal ambiente completamente insuportável.

HistóriaEditar

OrigensEditar

Assim como Lula, se originam em meio ao sindicalismo pelego lá de São Bernardo do Campo, sendo a partir de então fiéis companheiros de Lula, se tornando uma importante corrente que viria a ser parte importante na formação do PT e de tornar tal partido mero vassalo aos interesses de seu amo.

Partiram depois disso em constantes campanhas com o mesmo, sempre tendo em vista o alto escalão do poder executivo nacional, indo com o mesmo na campanha para o governo do Estado de São Paulo em 1982, o elegendo como deputado constituinte em 1986 e depois o apoiando para as malfadadas e infames campanhas do mesmo para a presidência em 1989, 1994, 1998 e 2002, sendo o pelotão que definia dentro das fileiras petistas o ex-presidente como seu único senhor.

Isso deu espaço para que as dissidências mais ligadas ao marxismo-leninismo fossem limadas do PT no correr dos anos 90, se tornando quando muito meros satélites do projeto de poder lulista, calcado no populismo e no culto a personalidade

EscândalosEditar

Depois de passado o susto com a vitória de Lula na campanha de 2002 e de uma certa acomodação em 2003, surge em 2004 a acusação envolvendo recursos destinados a campanhss políticas que teriam sido levantados por Roberto Jefferson para as campanhas eleitorais de Rosinha Garotinho e Benedita da Silva no segundo turno de 2002, coisa que já soou fétida por implicar em acender uma vela para Deus e outra para o diabo.

A partir daí se estourou o escândalo do Mensalão, que teve em seu desenrolar vexatório casos como os dos Dólares-de-cueca e do vazamento de contas de um caseiro por parte do então todo poderoso ministro Palocci.

Em meio a isso, a primeira geração dos Lulistas veio a passar ao background do cenário político, dando aos poucos espaço para a segunda geração, mais radical e mais afeita ao seu mestre, mas ainda assim, envolta pelo relativo anonimato em tempos de Orkut.

RecuperaçãoEditar

Depois de minado pela imprensa e ganhar com certa dificuldade as eleições de 2006 pelo calor do show circence das denúncias de corrupção, Lula encontra espaço para se recuperar e se alavancar em cima, conseguindo alta popularidade que deu condições para a eleição de sua preposta para os dois mandatos subsequentes em 2010 e 2014.

Neste meio, a segunda geração começou a dar as caras, alavancada por oportunistas como Paulo Henrique Amorim, que se aproveitaram disso para vender a trama da Imprensa Golpista, que foi importante tanto na sustentação do Lulismo quanto em dar condições para o fortalecimento do Bolsonarismo em tempos mais recentes.

Protestos de 2013, Lava Jato e o caminho da desgraçaEditar

Mas no meio do caminho tinha uma pedra e isso foi ficar mais evidente a medida em que a insatisfação da população em geral aumentava com relação ao status quo.

Em meio a isso, a militância de esquerda, em parte lulista, se organiza para as Manifestações de Junho de 2013, sem notar que sua postura pelega e no geral bem divorciada da realidade tinha causado uma rejeição tão grande a ponto de as bandeiras políticas da esquerda serem claramente banidas dentro de tais manifestações, reunidas com a motivação única de barrar os já tradicionais rejustes tarifários no transporte de ônibus.

Por fim, isso resultou no enfraquecimento da base da dita esquerda política, o que por fim acabaria por dar espaço para o futuro Impeachment da Dilma Rousseff em 2016, o que foi visto como um golpe para as pretensões lulistas da perpetuação em torno da fé lulista para toda a eternidade.

ReorganizaçãoEditar

Apesar de estarem colhendo derrota atrás de derrota no campo político, os Lulistas não desistem e não abandonam a sua fé política, surgindo nesse interim a terceira geração, que tenta sublimar a sua fé em meio a distensão política presente.

Volta e meia ainda se encontram reunidos em torno do culto à personalidade de Lula, ainda que isso os torne cada vez mais e mais vulneráveis aos avanços do Bolsonarismo.

Ainda assim permanecem em sua fé sectária, excluindo pessoas de seu círculo social sem perceber que este é o caminho para a sua própria exclusão do campo de debate político.

Vociferam a uma só voz que o impeachment da Dilma teria sido um Golpe de Estado, mesmo que ele não tenha passando de um mero conluio dentro do Congresso Nacional.

Se autointitulam como antifascistas e chamam a todos aqueles com os quais tem divergências de fascistas pra tentar ganhar alguma notoriedade se pagando de revolucionários e de contrários ao status quo, mesmo tendo surfado na maré mansa nos tempos em que o lulismo era hegemônico.

Gerações de LulistasEditar

Primeira Geração - Chupetistas mamateirosEditar

Esta geração esteve junto com Lula muitas vezes desde os primórdios, com o alavancamento dele a celebridade no contexto de oposição ao regime militar, sendo que os últimos de tal geração se juntaram a base do Lulismo ainda no correr do governo FHC.

Tem no combate ao neoliberalismo seu mote principal, ainda que no geral sejam pertencentes ao alto funcionalismo do setor público.

Boa parte dos membros mais antigos de tal grupo teve enormes ganhos políticos com a subida do Lula ao poder, sendo que seu apoio ao ex-presidente se baseia mais em questões de natureza fisiologista ou mesmo na bajulação do que propriamente numa crença cega de que o Lulismo seria a salvação da terra.

Conhecidos por defenestrarem contra FHC e sua política de privatizações, vendida como neoliberal, mas não sendo nada mais que um desfecho previsível dentro da política de capitalismo de compadres presente no país.

Segunda Geração - Zumbis LulistasEditar

Tal geração no geral teve quando muito ganhos secundários com a subida de Lula e de sua preposta Dilma Rousseff ao poder, mas são os mais fanatizados do grupo que tem no culto à personalidade de Lula o seu credo.

Repete aos quatro cantos PiG, Imprensa Golpista, Jornalões e termos similares pra desacreditar eventuais críticas ao hoje ex-presidente.

São conhecidos por causarem brigas de família e mesmo com amigos de longa data por conta de sua crença irredutível na inocência de Lula e na teoria de que o Lula foi preso por conta de perseguição movida por motivos políticos pelo ex-juíz Sérgio Moro.

Na prática, são a grande massa bovina e sem qualquer raciocínio crítico que encampou a quase inútil campanha do #LulaLivre.

Terceira Geração - Criptolulistas falaciososEditar

Apesar de partilhar das mesmas crenças da primeira e da segunda geração, essa geração vive no dadaísmo das redes sociais, em especial no Twitter, se pagando de defensora da liberdade, enquanto que na verdade só luta em favor de um status quo que lhe é conveniente.

Vive vociferando contra o Jair das Milícias Bosta N'Água com campanhas ridículas como a do #EleNão por exemplo.

Da mesma forma que seus pares da segunda geração, é incapaz de lidar com divergências políticas, comumente recorrendo a respostas evasivas como "não dialogo com fascistas", como se no brasileiro médio tivesse algum interesse que fosse em seguir uma doutrina na linha do Salazarismo ou do Franquismo.

É o típico militante burro de redes sociais, competindo com outros militantes burros e com eventuais robôs alavancadores de hashtags para ver quem propaga mais suas ideias imbecis e sem fundamento.

Diferenças entre um Petista e um LulistaEditar

As diferenças, apesar de não parecerem são claras, apesar de ser relativamente comum a existência de um Petista e um Lulista, mas há os seguintes fatos:

  1. Nem todo petista é lulista
  2. Nem todo lulista é petista

A primeira hipótese é fácil de verificar se você tem conhecimento político e contato com integrantes filiados a base do PT, que não necessariamente seguem a política mainstream ditada pelas suas lideranças.

A segunda hipótese é ainda mais fácil de verificar, uma vez que muitos dos lulistas são filiados ao PSOL ou a outros partidos ditos de esquerda, enquanto que a maioria deles sequer está filiada a algum partido.